A Década Mundial de Segurança no Trânsito tem o compromisso
de reverter o número de mortos e feridos pela violência no trânsito que ceifa
vidas todos os dias.
O Secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon alerta para os
traumas de trânsito que continuam a ameaçar as conquistas no campo da saúde e
do desenvolvimento em todo o mundo, com devastadores impactos sobre indivíduos,
famílias, comunidades e sociedade.
Em algumas regiões do mundo a violência do trânsito já é a
principal causa de morte na faixa entre os 15 aos 44 anos, período mais
produtivo a vida humana.
O Brasil é um dos cinco países líderes em mortes no
trânsito. O aumento da frota de veículos do Brasil — que dobrou nos últimos 10
anos — exige ação imediata para estancar as tragédias no trânsito.
55,9 milhões de carros circulando pelas ruas, avenidas e
rodovias. 35000 mortes anuais registradas. Segundo o IPEA - Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada, o trânsito faz mais de 35 mil vítimas fatais por
ano no Brasil, uma média de 95 óbitos por dia. Em 60% dos casos o responsável é
o álcool.
Considerado um dos grandes vilões da insegurança no
trânsito, o álcool é o maior responsável por acidentes no país. Pegar carona e não
usar cinto de segurança também são considerados extremamente perigosos.
A estatística de mortes e feridos somente reverterá quando
a população rechaçar em seus grupos sociais, aqueles que teimam em beber e
dirigir.
Para enfrentar a combinação álcool e direção, as abordagens
preventivas devem ser intensificadas para que s uma nova cultura, como ocorreu
com o cinto de segurança.
É preciso um grande investimento em campanhas educativas
que ajudem a mudar as atitudes e garantir o direito que é de todos - o de
viver.
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