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quarta-feira, 29 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Ginásio Experimental Poliglota
Falar Árabe agora não soa tão estranho para alunos da rede municipal da Ilha do Governador, zona norte do Rio. Isso porque o Ginásio Experimental Carioca Anísio Teixeira criou, no primeirobimestre deste ano, o projeto Poliglotas – que além da língua semítica, ministra inglês e espanhol.
A iniciativa teve início com a parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SME) e a Fundação Qatar, que fomenta o desenvolvimento da pesquisa científica, esportiva e educacional em diversos países.
Representantes da própria fundação procuraram a SME com o objetivo de realizar uma
parceria de ensino do Árabe, língua oficial do país localizado no noroeste da Península
Arábica.
De acordo com a diretora da unidade pertencente à 11ª CRE, Celi Conceição, o projeto é
pioneiro na metodologia dos GECs.“Inicialmente, 11 Ginásios foram escolhidos para desenvolver a
mesma programação.
Ao iniciar o trabalho cada um tomou uma identidade própria e assim surgiram os GEC´s
temáticos: Novas Tecnologias (GENTE), Artes, Olímpico e o Poliglota”, afirmou
Ainda de acordo com Celi, as aulas são ministradas após o horário de funcionamento
normal da escola. O curso de Árabe é realizado diariamente; já os idiomas de Inglês e Espanhol, duas vezes
por semana.
“A aceitação do Árabe foi ótima.Por isso expandimos para os funcionários e professores da
escola, que já estão cursando”, disse Celi.
O grande interesse foi tanto uma surpresa para a direção, como para a Fundação Qatar,
conforme analisou a professora Marcela Cordeiro, que também é educadora global da
instituição.“O Árabe não pertence ao tronco linguístico das línguas latinas. O alfabeto é diferente,
escrito da direita para esquerda, e não faz parte do dia a dia dos alunos. Mas vejo como
algo desafiante e desenvolvo a habilidade dos alunos usando métodos interativos”.
Novas Tecnologias
Os cursos de Inglês e Espanhol também contam com o uso das novas tecnologias. Os
materiais são confeccionados exclusivamente pelos próprios professores do programa
Poliglota, com uso de vídeos, músicas - seguindo uma metodologia baseada na abordagem
comunicativa.Esse método permite que o aluno se comunique na língua estrangeira, mesmo com
possíveis erros.
“O professor utiliza técnicas variadas e corrige em momentos específicos, sem interromper
o aluno, para não inibir sua produção oral”, explicou Tatiana de Almeida, professora de
inglês.
A professora de espanhol Roseana Guimarães, que foi interprete da Colômbia no
Panamericano de 2007, também acredita na força das Novas Tecnologias na educação.
“É muito importante durante o processo de aprendizagem criar um ambiente com
intercâmbio entre os alunos e pessoas nativas de outros países, através de palestras em
sala de aula, com o uso de programas como o Skype e as redes sociais”.
Vídeo:Aula de Árabe, Inglês e Espanhol no GEC Anísio Teixeira, alunos do programa
Poliglota. http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=2u4TC0aP_JY
Além da metodologia baseada na plataforma tecnológica, a direção acredita que o interesse
aumentou devido à proximidade dos eventos esportivos de 2014 e 2016.“O ganho cultural é
evidente.Soma-se a isso a localização do aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim na
Ilha do Governador, o que facilita a troca cultural e possibilidades de emprego”.
O projeto promete reforçar o sentido do seu próprio nome: no futuro há possibilidade de
serem integrados os idiomas Francês e Mandarim.
Parabéns à equipe do GEC Poliglota! Pelo excelente trabalho desenvolvido com os
alunos, propiciando convivência e estreitamento entre culturas, através da
interatividade, do fomento à expressão pessoal e intercomunicação com o uso da
tecnologia!
A MATÉRIA ACIMA, BEM COMO SUAS RESPECTIVAS ILUSTRAÇÕES SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ESCOLA Ginásio Experimental Carioca Anísio Teixeira
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Mundo pós 2015: identificando prioridades.
As Nações Unidas estão realizando consultas em todo o Brasil para saber qual a prioridade da população para melhorar o País e o mundo.
Para isso, desde fevereiro estão sendo organizados encontros com representantes de grupos da sociedade – como jovens, populações indígenas, pessoas com deficiência, população LGBT etc –, além de debates nas cinco regiões brasileiras. Nestes eventos, os participantes são convidados a discutir sobre as três mudanças que consideram necessárias para melhorar as suas vidas e as de suas comunidades e como elas podem ser implementadas.
A educação aparece como prioridade para todos os segmentos consultados. Entre as sugestões apresentadas para melhorar a qualidade está a fiscalização orçamentária; a valorização da educação básica; capacitação de professores, aliada ao aumento de salário e redução de carga horária; escola de período integral e gratuita para todos; campanhas de incentivo à leitura; preservação da diversidade linguística e de identidades culturais no currículo escolar; implementação de ações de segurança e defesa civil nas escolas; e fortalecimento da gestão participativa, entre outras medidas.
Outro assunto que aparece com frequência na pesquisa é saúde — os grupos sugerem que se trabalhe mais a área de saúde preventiva e que sejam realizadas melhorias na saúde pública (incluindo a saúde mental) e no saneamento básico. Foi também destacada a importância da promoção da transparência na gestão desta área e que sejam destinados mais investimentos.
As pesquisas compiladas são disponibilizadas imediatamente no site
www.worldwewant2015.org/pt-br/Brazil2015
www.worldwewant2015.org/pt-br/Brazil2015
As consultas também foram feitas através de questionários via site da ONU e da Secretaria-Geral da Presidência.
Fonte:http://www.onu.org.br/onu-consulta-brasileiros-para-identificar-prioridades-para-o-mundo-pos-2015/
OIT destaca direitos conquistados por trabalhadoras domésticas no Brasil.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) destacou no dia 02/04 a emenda constitucional brasileira que garante direitos iguais para as trabalhadoras e trabalhadores domésticos em relação a outras categorias. A medida foi aprovada por unanimidade pelo Senado Federal no final de março. Segundo a agência, 6,6 milhões de trabalhadoras domésticas no país — a maioria, 6,2 milhões, são mulheres — estão agora protegidas pela nova lei.
A emenda estabelece 16 novos direitos para a categoria, como o pagamento de horas extras e o máximo de oito horas de trabalho por dia e de 44 horas por semana. Algumas das mudanças já entraram em vigor na terça-feira dia 2 de abril e outras terão que ser regularizadas, incluindo a indenização em caso de demissão sem justa causa.
A OIT lembrou que esta é a mais recente de uma série de alterações legislativas no mundo após a adoção pela agência, em junho de 2011, da Convenção da OIT nº 189 eRecomendação nº 201 sobre emprego decente para as trabalhadoras domésticas.
Desde a adoção da Convenção, nove países aprovaram novas leis ou regulamentos para melhorar os direitos laborais e sociais dos trabalhadores domésticos, incluindo Venezuela, Barein, Filipinas, Tailândia, Espanha e Cingapura. As reformas legislativas também começaram na Finlândia, Namíbia, Chile e Estados Unidos, entre outros.
Até agora quatro países ratificaram a Convenção 189 — Uruguai, Filipinas, Maurício e Itália. Vários outros já iniciaram o processo de ratificação, incluindo África do Sul, Costa Rica e Alemanha.
A Argentina também aprovou uma lei em março que limita o horário de trabalho e garante férias anuais remuneradas e licença maternidade para as trabalhadoras domésticas. O Parlamento indiano incluiu a classe na legislação para erradicar o assédio sexual no trabalho.
De acordo com um estudo da OIT de janeiro de 2013, intituladoTrabalhadores Domésticos em todo o mundo, pelo menos 52,6 milhões de pessoas no planeta — principalmente as mulheres — são empregadas como trabalhadoras domésticas. Somente 10% destas estão cobertas pela legislação geral do trabalho em igualdade com profissionais de outras categorias.
Dos 52,6 milhões de trabalhadores domésticos no mundo, 83% são mulheres, 29, 9% são excluídos da legislação nacional, 45% não tem direito a descanso semanal e férias anuais remuneradas e mais de um terço das domésticas não têm proteção de maternidade. Na região da Ásia e Pacífico estão concentrados 21, 4 milhões desses profissionais, na América Latina e Caribe 19,6 milhões, na África 5,2 milhões, nos países desenvolvidos 3,6 milhões e no Oriente Médio 2,1 milhões.
Fonte:http://www.onu.org.br/66-milhoes-de-trabalhadoras-domesticas-ampliam-direitos-no-brasil-destaca-oit/
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Surpreendente: dos 7 bilhões de habitantes, 6 bi têm celulares, mas 2,5 bi não têm banheiros.
O Vice-Secretário-Geral da ONU, Jan Eliasson, lançou um apelo para reverter a situação de um planeta onde há mais celulares do que banheiros — e onde 2,5 bilhões de pessoas não têm saneamento básico.
Eliasson pediu para que governos, empresas e organizações internacionais se mobilizem e realizem ações mensuráveis para aumentar rapidamente o acesso ao saneamento básico.
O chamado para a ação, feito na véspera do Dia Mundial da Água, 22 de março, pretende centrar-se em ações que visem a melhoria da higiene, mudança das normas sociais, melhor gestão de dejetos humanos e águas residuais e, até 2025, elimine completamente a prática da defecação a céu aberto, que perpetua o ciclo vicioso de doença e pobreza enraizada.
Entre a população mundial — atualmente de 7 bilhões de pessoas — 6 bilhões têm telefones celulares. No entanto, apenas 4,5 bilhões têm acesso a banheiros ou latrinas, o que significa que 2,5 bilhões de pessoas — principalmente em áreas rurais — não têm saneamento básico adequado. Além disso, 1,1 bilhão de pessoas ainda defecam a céu aberto.
“Vamos enfrentar este problema sobre o qual as pessoas não gostam de falar. Mas ele é diretamente ligado à saúde, a um ambiente limpo, à dignidade humana fundamental para bilhões de pessoas e para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Faltam pouco mais de mil dias para o prazo dos ODM, e temos uma janela única de oportunidade para entregar uma mudança geracional”, disse Eliasson.
Os países onde a defecação a céu aberto é amplamente praticada são os mesmos países com o maior número de mortes de crianças com menos de 5 anos, com altos níveis de subnutrição e de pobreza e com grandes disparidades de riqueza.
“Nós podemos reduzir para um terço os casos de diarreia em crianças menores de cinco anos simplesmente ampliando o acesso das comunidades ao saneamento e eliminando a defecação ao ar livre”, disse o Vice-Diretor Executivo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Martin Mogwanja.
“Na verdade, a diarreia é a segunda maior causa da morte de crianças menores de cinco anos no mundo em desenvolvimento e isso é causado em grande parte pela falta de saneamento e higiene inadequada.”
Fonte: http://www.onu.org.br/onu-dos-7-bilhoes-de-habitantes-do-mundo-6-bi-tem-celulares-mas-25-bi-nao-tem-banheiros/
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Setor de água é particularmente vulnerável à corrupção, alerta agência da ONU

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC
) destacou nesta sexta-feira (22) os efeitos negativos que a corrupção tem na gestão da água doce.
Segundo a agência da ONU, a corrupção no setor da água é uma grande preocupação. “Seja em se tratando de água para energia, para beber ou para saneamento, a água como um bem consumível é uma necessidade humana básica”, destacou um comunicado.
“Infelizmente, é também um bem pelo qual milhões de pessoas têm que lutar diariamente. Quando dinheiro é desviado para ganho pessoal, as pessoas continuam a depender de fontes de água inseguras e poluídas para a higiene, o consumo e o preparo de alimentos”, alertou a agência.
O setor da água é particularmente vulnerável à corrupção por várias razões, indicou o UNODC – a mais notável é o grande número de atores envolvidos na área, incluindo os de diversos níveis do serviço público e do setor privado. “Quando muito dinheiro está envolvido e há uma falta de transparência, a negociação de contratos, alocações, acordos e licenças é afetada”, diz o comunicado.
A corrupção também pode aumentar os custos de construção de infraestrutura de água em até 40%, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Isso equivale a um adicional de 12 bilhões de dólares por ano necessários para fornecer água potável segura e saneamento em todo o mundo.
Grandes projetos de infraestrutura de água como represas, canais, túneis, poços e drenos também são altamente lucrativos e muito cobiçados, afirmou o UNODC. “A energia hidroelétrica, por exemplo, que exige grandes investimentos e trabalhos de engenharia altamente complexos, é uma área que pode atrair operadores inescrupulosos e gerar corrupção em processos de aquisição.”
O UNODC ressaltou a importância de promover a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção e ajudar os países a implementar plenamente as suas recomendações.
O Dia Mundial da Água é comemorado todo ano em 22 de março, como forma de atrair atenção para a importância da água doce e defender o manejo sustentável desse recurso. Em cada ano o Dia Mundial da Água destaca um aspecto específico da água doce e, em 2013, a data é dedicada ao tema da cooperação em torno da água.
Fonte: http://www.onu.org.br/setor-de-agua-e-particularmente-vulneravel-a-corrupcao-alerta-agencia-da-onu/
segunda-feira, 11 de março de 2013
Seminário Água, Comunicação e Sociedade no Ano Internacional de Cooperação pela Água
A Agência Nacional de Águas, a Unesco e as Secretarias de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e de Cultura do Governo do Distrito Federal promovem o seminário Água, Comunicação e Sociedade no Ano Internacional de Cooperação pela Água, em 22 de março, Dia Mundial da Água, no Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.Aberto a todos os interessados, o Seminário reúne especialistas e comunicadores em um espaço aberto para troca de experiências e debates, com o objetivo de divulgar como é feita a gestão dos recursos hídricos no Brasil, dar visibilidade a ações de cooperação e mobilização para ações que envolvem a boa gestão e o uso sustentável da água e envolver a sociedade nas discussões sobre o crescente desafio para garantir água em quantidade e qualidade a todos.
A água é vital para a manutenção da vida, do bem estar e para o desenvolvimento social e econômico, mas as fontes do planeta são limitadas. Em todos os cenários, lidar com água demanda colaboração: é apenas por meio da cooperação que poderemos no futuro obter sucesso ao gerenciar nossas fontes finitas e frágeis de água, que estão sob crescente pressão exercida pelas atividades de uma população mundial em crescimento que já ultrapassa sete bilhões de pessoas. Por isso, em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2013 o Ano Internacional das Nações Unidas da Cooperação pela Água e designou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para coordenar as ações.
Realizado anualmente pela Agência Nacional de Águas (ANA) com apoio da Secretaria Nacional de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, o seminário Água, Comunicação e Sociedade busca cumprir o programa IV.3 do Plano Nacional de Recursos Hídricos, que prevê a realização de encontros nas bacias hidrográficas para unir comunicadores e sociedade com o fim de divulgar e fortalecer o Sistema Nacional do Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh). Em março de 2013, a edição especial em comemoração pelo Ano Internacional de Cooperação pela Água é realizada em parceria com a Unesco e o governo do Distrito Federal, com apoio da Reata, da CEB, do WWF, do programa Água Brasil, dos Correios e do Museu da República.
PROGRAMAÇÃO
13:00Abertura da secretaria14:00Boas vindas, lançamento do selo comemorativo dos Correios para o Ano Internacional de Cooperação pela Água e da IV Conferência Nacional de Meio Ambiente e assinatura de cooperação entre Ministério do Meio Ambiente, ANA e Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.15:00Palestra de abertura: A água como vantagem competitiva no mundo globalizado - Dal Marcondes, diretor-executivo da Agência de Notícias Envolverde16:15Palestra sobre a Política Nacional de Recursos Hídricos - Lupércio Ziroldo Antonio, Presidente da Rede Brasil de Organismos de Bacia (REBOB)Debate 17:30 Apresentação de boas práticas:
- Caminho das Águas – Eduardo Brandão, secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF
- Cultivando Água Boa – Nelton Friedrich, diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional
- Bacia do Prata - Vítor Pochat, Consultor do Programa Hidrológico Internacional (PHI) da Unesco
Debate 20:00Pré-lançamento da Exposição Aqua21: Água e Cooperação 20:30Apresentações culturais: Performance indiana e Banda Pé de Cerrado
Para se inscrever acesse http://seminarioagua.ana.gov.br/2013/
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